Salmão assado à Holandesa

Muitos blogueiros vêm com pratos simples, práticos e saudáveis. O de hoje vem da Holanda. A Holandesa mostrou o seu jeito de assar um salmão…

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Corte um pedaço de papel alumínio grande o suficiente para embrulhar um pedaço de Salmão.

Coloque numa assadeira, o salmão em cima da folha e tempere o peixe.

Eu costumo colocar um pouco de sal, pimenta, limão, um pouco de vinho branco, um pouco de óleo de oliva e algum tempero verde. Pode ser manjericão, cheiro-verde (coentro) ou alecrim. Eu, pessoalmente, adoro a combinação de coentro com peixe, então essa é minha preferência.

Embrulhe o peixe no alumínio e leve ao forno pré-aquecido (+/-200 graus) por uns 15 a 20 minutos.

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Sirva com uma salada verde e batatas assadas (ou gratinadas) de acompanhamento.

(créditos da receita e fotos: Holandesa)

Torta mousse de goiaba

Ingredientes

  • 1 pacote de biscoito de amido de milho
  • 1 xícara (chá) de manteiga
  • 2 xícaras (chá) de goiaba picada

Ingredientes para a mousse:

  • 3 xícaras (chá) de suco de goiaba
  • 1 pacote de gelatina vermelha sem sabor e hidratada
  • 1 1/2 xícara (chá) de leite condensado
  • 1/2 xícara (chá) de leite
  • 2 claras em neve

Ingredientes para a calda:

  • 1/2 xícara (chá) de goiabada
  • 1/2 xícara (chá) de água

Modo de fazer

MASSA: Triture os biscoitos, coloque em uma tigela e acrescente a manteiga. Misture bem até criar uma liga. Com essa mistura, forre todo o fundo da forma removível. Faça furos na massa com um garfo. Leve para assar em forno pré-aquecido a 180 graus por cerca de 10 minutos ou até ficar crocante e dourada.

MOUSSE: em um liquidificador, bata o suco, a gelatina já hidratada, o leite condensado e o leite. Despeje a mistura em uma tigela e incorpore as claras em neve. Misture levemente. Coloque a mousse sobre a massa já assada e fria e leve para gelar por no mínimo 3 horas.

CALDA: Em uma panela, derreta a goiabada junto com a água. Mexa até engrossar. Reserve.

MONTAGEM: Sobre a mousse já gelada, coloque a goiaba picada e por cima a calda.

(fonte: Hoje em Dia)

Fragole al balsamico e aguardente

Ingredientes

  • 300g de morangos pequenos e maduros cortados ao meio
  • Suco de 1 laranja
  • 4 colheres de sopa de vinagre balsâmico
  • 2 colheres de sopa de cachaça de tangerina
  • Cascas de limão e laranja
  • Açúcar a gosto
  • 20 folhinhas de manjericão

Modo de preparo

Em uma frigideira, coloque o açúcar, o suco de laranja e as cascas de limão e laranja. Deixe caramelar. Acrescente o balsâmico já reduzido com o açúcar. Jogue a aguardente e deixe o álcool evaporar; logo após, jogue os morangos (por alguns segundos, para que não amoleçam) e, depois, as folhas de manjericão. Sirva com sorvete de creme.

Rendimento: 6 porções

(receita do chef Franco Ravioli, do Pizza Bros, de São Paulo)

Baccalà alla livornese

Ingredientes

  • 250ml de azeite de oliva
  • 1 cebola grande cortada em pedaços maiores
  • 1 talo de alho-poró cortado em pedaços de 4cm
  • 4 ramos de alecrim
  • 1,5kg de lombo de bacalhau dessalgado
  • 250g de tomates pelados
  • 150g de azeitona preta portuguesa
  • 4 dentes de alho picados

Ingredientes (polenta mole)

  • 600g de fubá
  • leite e caldo de frango a gosto

Modo de preparo (bacalhau)

Em uma caçarola média, coloque o azeite, o alho, a cebola e refogue até murchar. Acrescente o alho-poró, o alecrim e o bacalhau. Quando o bacalhau estiver cozido, acrescente os tomates pelados, previamente refogados, e as azeitonas. Deixe que os ingredientes cozinhem por 20 minutos até que o sabor fique homogêneo.

Modo de preparo (polenta mole)

Em uma panela, coloque um pouco do caldo. Aqueça e coloque, aos poucos, o fubá, mexendo sempre. Adicione o leite até que adquira consistência líquida, porém firme.

Rendimento: 6 porções

(receita do chef Franco Ravioli, do Pizza Bros, de São Paulo)

Kafta de forno

Ingredientes:

  • 1kg de carne moída
  • Meia cebola moída
  • 1 dente de alho amassado
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 colher de sobremesa de canela
  • Suco de 1 limão
  • 2 tomates em rodelas
  • 2 cebolas em rodelas
  • Azeite a gosto

Modo de fazer:

Misturar muito bem a carne com a cebola, o alho, o sal, a canela e o limão. Espalhar a mistura em assadeira untada com azeite.

Cobrir com as rodelas de tomate e cebola; logo em seguida, regar com azeite.

Levar ao forno pré-aquecido e deixar por cerca de 30 minutos.

(Receita da Tia Tininha)

Pão de queijo

Não sei se essa é a receita tradicional, mas é uma receita, vamos lá…

Ingredientes

  • 1 xícara de água morna;
  • 1 colher (chá) de sal;
  • 4 xícaras de polvilho azedo (esta quantidade é superior a 500g);
  • 1 copo de leite;
  • 1 copo de óleo;
  • 2 ovos;
  • 2 xícaras de queijo ralado.

Modo de fazer

Coloque numa vasilha a água morna e o sal, misture. Acrescente o polvilho e amasse com as mãos. Ferva o leite junto com o óleo e jogue ainda quente sobre a massa, misturando com uma colher de pau. Quando a massa estiver completamente misturada acrescente os ovos e o queijo ralado. Amasse novamente com as mãos até a massa ficar homogênea. Unte o tabuleiro com um pouco de óleo para não grudar. Faça bolinhas bem pequenas e distribua sobre o tabuleiro. Leve ao forno já aquecido.

Atenção: Não polvilhe com farinha o tabuleiro!

Etiqueta à mesa japonesa

Quem nunca passou por algum apuro em restaurante japonês que atire a primeira pedra! Eu sempre tive dúvidas, muitas já esclarecidas pela professora Lumi Toyoda em suas palestras. Por exemplo: o oshibori, aquela toalhinha que vem fumegante no inverno e geladinha no verão, a gente pode passar no rosto? Morro de vontade!!! E a decoração do prato com pássaros de nabo e flores de cenoura, posso comer ou o sushiman pode ter um piripaque? Reuni alguns tópicos abaixo, sem a pretensão de dar aula de etiqueta, por favor, apenas comentando coisas que aprendi ao longo desses anos de ‘papa-sushi’ e que achei interessantes. Mas na dúvida, já sabe: use o bom senso, sempre a melhor saída.

– Na chegada: você chega e lá do fundo gritam, “Irashaimassêeeee!!!”. Não precisa ficar desconcertado tentando responder ou repetir a frase. São as boas-vindas, basta acenar com a cabeça e se acomodar.

– O oshibori (a toalhinha). É para limpar as mãos e se reconfortar, por isso vêem quente no inverno e frias no verão. No Japão os comensais passam no rosto, aqui não é comum mas se você estiver afim de dar aquela ‘refrescada’, faça como eu: disfarça e passa (tipo ‘relaxa e goza!’).

Ohashi: se não souber usar os ‘pauzinhos’, pode fazer a pinça usando um elástico, por isso as pontas das hastes são chanfradas…

– Se for para comer sushi, pode pegar com as mãos, não tem problema. Mas você deve engolir o naco de uma só vez, nada de mordiscar, sushi não é coxinha.

– Os hashis nunca devem ser ‘espetados’ na tigela do arroz e nem apoiados sobre as mesmas. Devem permanecer na mesa, sobre apoios específicos para esse fim. Se quiser ser mais preciso ainda, sempre paralelos à borda da mesa, nunca na perpendicular. Apontar um hashi pro sushiman então é pedir para levar uma facada, falta de respeito total.

– Tem gente que fala gesticulando com o hashi na mão como se fosse um cigarro. Imagine a cena com um garfo na mão. É tão feio quanto. Mas tem coisa pior: ficar chupando a ponta do hashi, credo, ninguém lambe a ponta da faca, né?

– E já viu gente esfregando um hashi no outro após tirar da embalagem como se estivesse afiando uma faca? Isso também é horrível, indica que você considera o hashi daquele restaurante de baixa qualidade.

– O missoshiro (sopa de pasta de soja) deve ser tomado (e se quiser fazendo barulho!) com a tigela diretamente na boca. Jamais use uma colher, pode usar os hashis para misturar seu conteúdo, que costuma se depositar rapidamente no fundo da tigela.

– Sushi: o maior erro é a famosa ‘piscininha de shoyu’. Cheia de wasabi (raiz forte) diluída então, é a visão do apocalipse pro sushiman! O shoyu deve ser usado com parcimônia e o wasabi aplicado apenas sobre a peça a ser comida. O ideal é que no final da refeição, o pratinho de shoyu esteja tão limpo como antes de ser usado. Parece loucura mas é isso mesmo.

– As bandejas de sushi vêm repletas de enfeites de pepinos, nabos e cenoura além de folhas de shissô intercalando fatias de peixe. Pode parecer só decorativo, mas há uma grande finalidade: os legumes ajudam a regularizar os índices de ácido úrico que a ingestão de peixes provoca no organismo, principalmente o pepino e o nabo. Por isso mesmo eu como tudo. Já as folhas de shissô são alcalinizantes e possuem ação anti-séptica, o que é bastante desejável em se tratando da ingestão de alimentos crus.

– As tigelas com arroz e alguns cozidos podem ser levadas próximas à boca durante as refeições, não é feio. Isso até ajuda quem não tem firmeza no uso do hashi.

– Saquê: o tal do salzinho na borda é modinha brasuca mas tá valendo pela informalidade mesmo. Mas para um ótimo saquê, jamais coloque sal.

– O saquê também não deveria ser servido com sushi. Sushi deve ser degustado com chá, mas como não somos tão ortodoxos, comemos até com caipisakê, quer hibridismo cultural maior que esse?

– Antes de se servir de saquê você deve primeiro servir o seu acompanhante. E se for japonês, servir sempre com a mão direita. Servir com a mão esquerda indica que seu acompanhante é um inimigo, embora nesse caso você nem o serviria, hehe.

– Os ‘teishokus’, seleção de vários pratinhos com sopa, arroz, picles, peixes e cozidos, são refeições individuais mas em alguns restaurantes são tão grandes que podem ser divididos. Não hesite em pedir arroz ou missoshiro extra (cobrado à parte) nesse caso.

– Não há uma regra para a seqüência dos pratos, mas geralmente se começa com o sashimi (peixe cru). Depois entram os pratos quentes e o ideal é optar pelas frituras para evitar que elas esfriem e percam a crocância. Tempura frio é um erro, já me disse uma amiga.

– As sobremesas japonesas, geralmente feitas com feijão, são sempre pouco doces, exceto loucurinhas como ‘tempura de sorvete’. Mas vão super bem com o chá japonês, que além de leve é ótimo para a digestão.

– Na hora de ir embora, seja lá o que você ouvir deve ser um “obrigado”, então vale a dica da chegada: apenas acene levemente com a cabeça em sinal de reverência pela hospitalidade e vaze!

Quer mais? Tem um vídeo muito engraçado que postei certa vez aqui e que brinca com a etiqueta japonesa. Divirta-se. (link)

(texto de Marcelo Katsuki, editor de arte da Folha Online, postado originalmente no blog Comes e Bebes em 07 de fevereiro de 2008)

TOMATES CONTRA O CÂNCER

Já que este é um blog sobre comida, e leva “tomate” no nome, está aí um artigo que vale a pena.

TOMATES CONTRA O CÂNCER
Luiz Molina Luz
Química e Saúde

Estudos recentes, publicados em revistas sobre nutrição e medicina, demonstram que o licopeno, o pigmento que dá cor vermelha ao tomate, é um potencial agente anticâncer. Ele também é encontrado em vegetais e frutas como a melancia, a goiaba vermelha e o mamão papaia. Estas três são as que contêm o pigmento em maior quantidade.

Os molhos de tomate são concentrados ricos em licopeno. Aliás, uma característica interessante desse pigmento é que ele não perde suas propriedades químicas ou medicinais quando concentrado ou cozido por longo tempo.

E mais: é mais bem absorvido pelo nosso organismo quando os produtos do tomate, como o tomate seco, por exemplo, são ingeridos com azeite de oliva. O licopeno de produtos processados é, ainda, muito melhor absorvido do que o dos produtos in natura. A goiabada é outro produto alimentício rico nesse pigmento.

Uma alimentação diária rica em licopeno na forma de molhos e purês de tomate, ketchup e tomate seco é recomendada. Os tomates frescos mais vermelhos devem ser os escolhidos para as saladas porque contém boas quantidades de licopeno.

Um quilograma de tomates maduros contém cerca de 20 a 30 mg dessa substância. Nos Estados Unidos, estão sendo feitos estudos de engenharia genética no sentido de se produzir culturas de tomates com maior conteúdo de licopeno. Fica claro, também, que o tomate orgânico, colhido em plantações sem o uso de agrotóxicos, deve dar molhos e purês muito mais saudáveis, que serão certamente mais efetivos na ação anticâncer.

O licopeno é ainda um poderoso antioxidante, capaz de neutralizar a ação dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento e degeneração das células.

Três tipos de trabalhos de pesquisa com seres humanos, publicados nos últimos 15 anos, envolvem o licopeno: a epidemiologia (incluindo-se a biodisponibilidade), o efeito do licopeno na proliferação dos tumores e os mecanismos bioquímicos e imunológicos de sua ação.

Vários estudos epidemiológicos têm sido publicados, demonstrando a eficiência de uma alimentação rica em licopeno contra vários tipos de câncer e doenças crônicas (câncer de próstata, intestino, bexiga, vesícula, pele, seio e cervical, além de doenças cardiovasculares). Alguns pesquisadores demonstraram que o licopeno inibe o crescimento de células cancerosas em culturas de tecidos em laboratório.

Ficou confirmado, também, que o licopeno induz a comunicação entre as células, o que pode ser à base da proteção contra o câncer, uma propriedade independente de sua atividade antioxidante.

Atualmente, as pesquisas com licopeno estão direcionadas para os seguintes temas:

1. Fatores que influem na alimentação, incluindo-se a interação com outros carotenóides;
2. Metabolismo do licopeno nos seres humanos e a função dos produtos derivados do licopeno (metabolitos) no corpo humano;
3. Mecanismo de controle da proliferação das células cancerosas;
4. Estudos da participação do licopeno na prevenção do câncer nos seres humanos;
5. Mecanismos de deposição do licopeno em tecidos humanos;
6. Efeito do licopeno nos sistemas imunológicos do corpo humano.

(Fonte: Mundo Vestibular)

Slow Food

Hoje não tem receita, tem um post sobre o movimento Slow Food Brasil, que deixou comentário no post abaixo.

O Slow Food surgiu na Itália em 1989 como contraponto ao fast-food, mas vai muito além disso: é uma associação internacional que reúne pessoas apaixonadas por gastronomia, comunidades de pequenos produtores de alimento, pesquisadores e chefs gourmets. Realiza diversas ações para preservação da biodiversidade e pela adoção do consumo consciente. É um movimento que celebra o prazer de se alimentar, valoriza os modos tradicionais de se preparar os alimentos e brinda a variedade e a qualidade da comida.

O Slow Food segue o conceito da ecogastronomia, conjugando o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta. Hoje conta com mais de 80.000 associados.

No Brasil, os programas Slow Food protegem e promovem produtos brasileiros como: Arroz Vermelho, Babaçu, Bergamota Montenegrina, Castanha de Baru, Farinha de Batata Doce Krahô, Feijão Canapu, Pirarucu, Guaraná Nativo Sateré-Mawé, Marmelada de Santa Luzia, Néctar de Abelhas Nativas Sateré-Mawé, Palmito Juçara e Umbu.

Saiba mais: http://www.slowfoodbrasil.com/